sábado, 25 de abril de 2009

Onde encontramos Cristo Ressuscitado???

O testemunho e a universalidade da Salvação são a bagagem e a tarefa dos que acreditam em Jesus Ressuscitado: “ no nome do Messias serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém “
É assim que os seguidores de Cristo darão continuidade ao projecto de vida que Ele nos trouxe, anunciando a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações…
Como Testemunhas Cristo ressuscitado?
Como anuncias Cristo ressuscitado?
Como vives Cristo ressuscitado?
Onde encontramos Cristo ressuscitado???

São respostas que cada um terá de dar…

Alguém contava que havia um pequenito que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, preparou a sua mochila com pastéis e Coca-Cola, e começou sua caminhada.
Depois de andar uns 3 quarteirões, encontrou um velhinho sentando num banco da praça que olhava os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia beber um gole de Coca-Cola, quando olhou para o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
O seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe a sua Coca-Cola. E mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz!
Ficaram sentados ali a sorrir, comendo os pasteis e bebendo Coca-Cola durante toda a tarde se sem falarem grande coisa um com o outro…
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de ir deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada na cara do pequenito: "O que fizeste hoje que te deixou tão feliz?"; Ele respondeu:"Passei a tarde com Deus" e acrescentou: "Sabes, mamã, ele tem o sorriso mais lindo que eu já vi."
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e o filho perguntou: "Ó velho, onde esteve toda a tarde para chegares tão feliz?"
Ele respondeu:"Comi pastéis e bebi Coca-Cola no parque com Deus".
Antes que o filho pudesse dizer algo ele disse: "Sabes que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"

Esta é a lição que cada um de nós precisa de descobrir…Cristo ressuscitado está na pessoa mais simples que eu encontro no meu dia-a-dia…no velhinho, no meu companheiro de trabalho, no meu vizinho rabugento…
Por isso é que nós somos testemunhas de todas estas coisas?

domingo, 12 de abril de 2009

Ressuscitou....



Ressuscitou...não está aqui...

ESTÁ EM MIM...EM TI...ESTÁ EM NÓS...


FELIZ RESSURREIÇÃO...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Sexta Feira-Santa....

Podemos perguntar: será que entendemos a dor de uma mãe que vê tudo o que fizeram ao seu Filho e mesmo injustamente o mataram…que sentirá uma Mãe que vê a multidão a matar o Filho…que sentirá uma Mãe que vê o Filho morrer na cruz…que sentirá uma Mãe…estava a Mãe dolorosa (como cantamos)…a Mãe da dor e da saudade…
É uma típica tarde de sexta-feira e está a regressar a sua casa. Sintoniza o rádio. As notícias falam de coisas sem importância. Numa cidade pequena e distante morreram 3 pessoas de uma gripe até então, totalmente desconhecida. Não prestas atenção ao acontecimento.
Na segunda-feira quando acordas, escutas que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foram investigar o caso.
Na terça-feira, já é a noticia mais importante, está na primeira página de todos os jornais, porque já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irão e Afeganistão. Chamam a doença de "La Influenza Misteriosa" e todos perguntam: “Que faremos para controlá-la?” Então, uma notícia surpreende toda a gente. A Europa fecha as suas fronteiras…depois os EUA e o Japão. Mas um doente aparece num hospital da França. Começa o pânico... o vírus espalha-se por todo o mundo. As informações dizem que quando se contrai o vírus, em quatro dias de sofrimento, morre-se! O mundo todo assiste sem nada poder fazer… milhares de pessoas a morrer.... As igrejas começam a encher de fervorosos…multiplicam-se as orações a pedir a descoberta da cura, enquanto os cientistas continuam a trabalhar na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.
De repente, vem a notícia esperada: Conseguiram decifrar o código de ADN do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. Corre por todo o mundo a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise do seu sangue e doá-lo para a fabricação do antídoto.
Tu vais voluntário com a tua família…todos perguntam, o que acontecerá? Será este o fim do mundo? De repente o médico grita um nome... o teu filho mais novo está ao teu lado, agarra na tua camisa e diz-te: “Pai? Esse é o meu nome!” E antes que possa pensar, levam o teu filho e gritas: “Esperem!” E eles respondem: “Está tudo bem! O sangue dele está limpo, é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.”
Depois de 5 longos minutos, saem os médicos a chorar e a rir ao mesmo tempo. O médico mais velho aproxima-se e diz: “Obrigado senhor! O sangue do seu filho é perfeito, está limpo e puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado. A notícia espalha-se por todos os lados. As pessoas rezam e riem de felicidade.
Entretanto o médico aproxima-se de ti, e da tua esposa e diz: “Podemos falar um minuto? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que os senhores assinem uma autorização para usarmos o sangue do vosso filho.”
Começas a ler e percebes que não dizem qual a quantidade de sangue que vão usar e perguntas: “Qual a quantidade de sangue que vão usar?” O sorriso do médico desaparece e ele responde: “Não pensávamos que fosse uma criança. Não estamos preparados, precisamos de todo sangue do seu filho!”
Não podes acreditar no que ouves e começas a contestar: “Mas… mas...” – O médico insiste: “O senhor não compreende? Estamos a falar de uma cura para toda humanidade!!! Por favor, assinem! Nós precisamos do sangue todo. Assinem. Por favor, assinem!”
Em silêncio, e sem sentires a caneta na tua mão, assinas.
Perguntam: “Quereis ver o vosso filho?” Caminhas na direcção da sala de emergência onde se encontra o teu filho amado, sentado na cama e diz: “Papá!? Mamã!? O que está a acontecer?” Seguras-lhe a mão e dizes: “Filho, tua mãe e eu amamos-te muito e jamais permitiríamos que te acontecesse algo que não fosse necessário, entendes?” O médico regressa e diz: “Sinto muito senhor, precisamos começar, o mundo inteiro está a morrer... pode sair?” Ao saíres, o teu filho pergunta: “Papá? Mamã? Porque me abandonam?”
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimónia para honrar o teu filho, algumas pessoas ficam em casa a dormir, outras não vêm porque preferem fazer um passeio ou ir ao futebol, ou ver televisão e outras vêm com um sorriso falso, como se realmente nem se importem, outras vêm mas só para ver como o pessoal vem vestido. Tens vontade de parar e gritar: “ O MEU FILHO MORREU POR VÓS!!! NÃO VOS IMPORTAIS COM ISSO? É ASSIM QUE AGRADECEIS?”
Se calhar agora posso perguntar: será que entendemos a dor de uma mãe que vê tudo o que fizeram ao seu Filho e mesmo injustamente o mataram…que sentirá uma Mãe que vê a multidão a matar o Filho…que sentirá uma Mãe que vê o Filho morrer na cruz…que sentirá uma Mãe…estava a Mãe dolorosa (como cantamos) …a Mãe da dor e da saudade…
Pensa: Podemos imaginar o coração de Maria???
Talvez isso é o que Maria nos diz agora: “ O MEU FILHO MORREU POR VÓS!!! NÃO SABEIS DAR VALOR?
E SE IMAGINARMOS MARIA A OLHAR O NOSSO COMPORTAMENTO QUANDO VAMOS HOMENAGEAR O FILHO (MISSA DOMINICAL)???
…Afinal com nós fazemos o mesmo…

domingo, 15 de março de 2009

Devora-me o zelo pela Tua casa...


Os homens do nosso tempo têm de ver no rosto dos cristãos o rosto bondoso e terno de Deus; têm de experimentar, nos gestos de partilha, de solidariedade, de serviço, de perdão dos cristãos, a vida nova de Deus; têm de encontrar, na preocupação dos cristãos com a justiça e com a paz, o anúncio desse mundo novo que Deus quer oferecer a todos os homens.
Por isso somos convidados a respeitar a casa do pai:
“ Devora-me o zelo pela tua casa”.
A casa do pai é casa de oração de encontro e não de negócio.
(O mestre mandou os discípulos rezar. No regresso um disse: “ Mestre enquanto rezávamos vi que estavam connosco Anjos vestidos de branco e escreviam num grande livro. Um escrevia com caneta dourada, outro com caneta prateada, outro com caneta preta, outro até escrevia com água e outro parado com a caneta no ar. O que significa.
O mestre explicou: “ É fácil. O anjo de caneta dourada significa que entre vós estava alguém a rezar muito bem, o de caneta prateada entre vós alguém rezava mais ou menos bem, o de caneta preta significa que alguém só rezava com a boca, o de caneta de água…O discípulo interrompeu o mestre:” Já sei o de caneta de água significava que o irmão António dormia, como costuma…” O mestre concluiu:” O de caneta no ar parado eras tu que em vez de rezar estavas a olhar para os outros.”

E se a mim, qual a caneta que me pertence?

À maneira de Jesus queiramos nós transformar o nosso templo em verdadeira casa do Pai. Onde rezamos e nos encontramos com Ele e com os outros.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Corações ao alto...e pés bem assentes na terra...

Os três discípulos, testemunhas da transfiguração, parecem não ter muita vontade de “descer à terra” e enfrentar o mundo e os problemas dos homens. Representam todos aqueles que vivem de olhos postos no céu, alheados da realidade concreta do mundo, sem vontade de intervir para o renovar e transformar. No entanto, ser seguidor de Jesus obriga a “regressar ao mundo” para testemunhar aos homens – mesmo contra a corrente – que a realização autêntica está no dom da vida; obriga a atolarmo-nos no mundo, nos seus problemas e dramas, a fim de dar o nosso contributo para o aparecimento de um mundo mais justo e mais feliz.
A religião não é um ópio que nos adormece…ahh é tudo tão lindo…ou então olhamos a vida de Jesus e o seu sofrimento, a sua flagelação, até O podemos imaginar preso a uma coluna sendo chicoteado, mal tratado, se virmos e pensarmos sobre algumas cenas da vida de Jesus até nos emocionamos, mas ficamos no… Ahhh é tão lindo…”
A religião não é um ópio que nos adormece mas um compromisso com Deus, que se faz compromisso de amor com o mundo e com os homens…e por isso nos faz ter os pés bem assentes no chão.


Alguém contava que havia uma terra em que as pessoas eram bastante criticas…aliás criticavam por tudo e por nada…
Então o rei decidiu colocar uma pedra enorme no meio da estrada.
Ele escondeu-se e ficou a ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta á pedra.
Alguns até esbracejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer tirar a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma carga de vegetais. Ao aproximar-se da rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Voltou a pegar na sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia: “ Esta bolsa pertence a quem removeu esta pedra do caminho”.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
"Todo obstáculo tem uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

Corações ao Alto; o nosso coração está em Deus mas os nossos pés devem estar bem assentes na terra…

domingo, 1 de março de 2009

" Arrependei-vos..."


O grande desafio que nos é lançado no início de Quaresma é que tenhamos consciência e certeza de que a conversão tem de acontecer primeiro a nível pessoal. Eu não posso pensar na paz do mundo, se não pensar na minha paz; eu não posso pensar no bem- estar dos outros se eu não estiver bem…mas também não posso ficar á espera que sejam os outros a mudarem a maneira de pensar e de agir. Não podemos ficar à espera que os outros se convertam. Primeiro, devemos converter-nos nós.
Se não continuamos a ser como a velhinha…

Alguém contava que numa cidade vivia uma mulher que morava sozinha, e tinha como vizinhos um casal de idosos. Esta mulher lavava as roupas, e colocava-as no seu estendal e a senhora idosa, lá de dentro da casa dela, olhava as roupas no estendal, e dizia ao marido:- Olha velho, como aquela vizinha é desmazelada...as roupas dela... ela lava-as e ficam todas sujas!!E o velho sentado na sua cadeira de baloiçar, ficava quieto e não fazia comentários sobre aquilo. Então a vizinha tornou a lavar as roupas e coloca-las no estendal, e a velha sentada na cadeira de dentro da casa dela, comentou novamente com o velho, olha velho aquela vizinha é muito porca, ela lava as roupas e ficam todas sujas, como é que pode ser assim? E o velho sempre a ler o seu jornal, preferia não comentar. Então, um dia, o velho indignado com a esposa, levantou-se mais cedo. A velha nem perguntou o porque. Então a vizinha lavou todas as roupas brancas, e deixou-as limpas, como nunca, e a velha sentada em sua cadeira a fazer tricô, e o velho a ler o jornal. A velha comentou, olha velho, parece que a vizinha fez algum curso para aprender a lavar as roupas, ou então alguém lavou as roupas dela, as roupas estão branquinhas. O velho levantou-se, colocou o jornal na sua cadeira e disse para a velha: Não foi a vizinha que fez o curso, e ninguém lavou as roupas dela, hoje quando me levantei mais cedo, lavei as janelas aqui de casa.



A conversão começa em mim: “ Arrependei-vos…”

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Mc 2,5...


Jesus vê no esforço daqueles homens o grande motivo de fé: “Como não podiam aproximar-se por causa da multidão, descobriram o tecto no sítio onde Ele estava, fizeram uma abertura e desceram o catre em que jazia o paralítico. Ao ver a fé daquela gente..."

Faz lembrar...

Uma menina esperta de apenas seis anos de idade, ouviu a conversa dos pais sobre o mano mais novo. Ela descobriu que o mano estava doente e era preciso ser operado mas os pais não tinham dinheiro para pagar a operação.
A menina ouviu o pai dizer à mãe chorosa: "só um milagre pode salva-lo".
Ela foi ao quarto e tirou uma caixinha escondida no armário. Abriu a caixinha e tirou todas as moedas que tinha. Contou todo o seu dinheiro três vezes
Saiu de casa e foi à farmácia. Esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento.
Ela, então, esfregou os pés no chão para fazer barulho, e nada! Fez barulho com a garganta mas nem assim foi notada. Por fim, pegou numa moeda e bateu no vidro da porta. Finalmente foi atendida!
"O que é que queres?" perguntou o farmacêutico com voz aborrecida. "Não vês que estou a conversar com o meu irmão que não vejo há muito tempo, e chegou de viagem ", disse ele sem esperar resposta.
"Bem, eu quero falar sobre o meu irmão, ele está realmente doente... E eu quero comprar um milagre.
"Como?", balbuciou o farmacêutico admirado.
"Ele chama-se André e está com alguma coisa ruim que cresce dentro da cabeça dele e o papá disse que só um milagre o pode salvar. E é por isso que eu estou aqui. Então, quanto custa um milagre?"
"Nós não vendemos milagres, menina. Desculpa, mas não posso ajudar", respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave.
"Ouça, eu tenho dinheiro para pagar. Se não chegar, depois arranjo mais. Por favor, diga-me quanto custa, insistiu a pequena."
O irmão do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo à frente e perguntou a menina "Que tipo de milagre o teu irmão precisa?"
"Não sei", respondeu ela. "Só sei que ele está muito mal e a mamã diz que ele tem de ser operado. Como o papá não pode pagar, quero usar meu dinheiro."
"E quanto tens?", perguntou o irmão do farmacêutico.
"Tenho 15 euros e 55 cêntimos", respondeu a menina. "É tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso."
"Puxa, que coincidência", sorriu o homem. " 15 euros e 55 cêntimos é exactamente o preço de um milagre para irmãozinhos."
O homem pegou o dinheiro com uma mão e, dando a outra mão a menina, disse: "Leva-me a tua casa. Quero ver o teu irmão e conhecer os teus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que precisas."
Aquele senhor gentil era um cirurgião, especializado em Neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custos.
Alguns meses depois o André estava em casa novamente, recuperado.
A mãe e o pai comentavam, alegres o que tinha acontecido. "A cirurgia", disse a mãe, "foi um milagre real. Gostava de saber quanto custou!" A menina sorriu. Ela sabia exactamente quanto custa um milagre... 15 euros e 55 cêntimos. Mas o verdadeiro preço foi a fé daquela menina …

A atitude da menina foi a mesma daqueles homens que desceram o paralítico…
Hoje precisamos de aprender a ter esta atitude uns com os outros…porque com esta atitude talvez sejam cada vez mais aqueles que dão glória a Deus, repetindo: «Nunca vimos nada assim» (Evangelho).