Jesus envia os discipulos mas fortalece-os..."Recebei o Espirito Santo"...como que a dizer..." A missão é possivel com o vosso esforço e a Minha força...como o Pai me enviou também Eu vos envio..."
Alguém contava que uma vez, Jesus e os seus apóstolos desceram do céu até ao mundo para ver como andavam as coisas.
Logo de início, viram um carro atolado num caminho de lama. Os bois puxavam, mas as suas patas não tinham onde se apoiar firmemente para puxar com força. O dono do carro, irritado, empurrava as rodas e dizia muitos palavrões. Tanto assim que os apóstolos propuseram a Jesus que castigasse esse homem de má-língua. Mas Jesus disse que não. Pelo contrário, aquele homem merecia que lhe dessem uma ajuda. E assim fizeram. Os apóstolos, com Jesus, ajudaram esse homem a tirar o carro da lama. Ele agradeceu e seguiu o seu caminho.
Mais adiante, Jesus e os apóstolos encontraram-se com outro carro metido num pântano. Mas neste caso o dono era muito piedoso. Em lugar de descer do carro e fazer como o outro, tinha-se ajoelhado lá dentro e a rezar a Deus, a Nossa Senhora e a todos os santos que o tirassem dessa situação angustiosa. Os apóstolos concordaram imediatamente em ajudá-lo. Mas Jesus proibiu-os dizendo-lhes:
— Deixai-o! Não o ajudem, pois não o merece. Os apóstolos ficaram surpreendidos por estas palavras. Um deles, Simão Pedro, aproximou-se de Jesus e disse-lhe:
— Desculpa, Senhor! Não quero desobedecer às tuas ordens, mas parece-me que houve aqui uma confusão. Não é justo termos ajudado aquele que dizia palavrões enquanto se esforçava por sair daquela situação, e nada fizemos por aquele que rezava confiadamente.
Jesus respondeu:
— Precisamente por isso. É certo que o homem dizia palavrões muito feios, mas da sua parte fazia tudo o que podia para sair daquela situação. Mas este pretende que sejamos nós a resolver o seu problema sem contribuir com nenhum esforço da sua parte. Que faça primeiro tudo o que puder e então nós o ajudaremos.
O primeiro homem, apesar de furioso, fez tudo o que podia para resolver a situação. O segundo, porém, esperava que Deus e os santos fizessem tudo.
Deus dá o seu Espírito de fortaleza a todos os que põem as suas energias na resolução dos problemas do mundo, a fim de o tornarem melhor. Com o nosso esforço e o Espírito de fortaleza que Deus nos dá podemos mudar o mundo.
sábado, 30 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
E este o Meu mandamento: " Amai-vos..."
A certeza de que “Deus é amor” e que Ele nos ama com um amor sem limites, é o melhor caminho para derrubar as barreiras de indiferença, de egoísmo, de auto-suficiência, de orgulho que tantas vezes nos impedem de viver em comunhão com Deus.
É esse o caminho que Jesus propõe aos seus discípulos (“é este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei”). É aqui que reside a “identidade” dos discípulos de Jesus… Os cristãos são aqueles que testemunham diante do mundo, com palavras e com gestos, que o mundo novo que Deus quer oferecer aos homens, se constrói através do amor.
Alguém contava que um homem de idade já bem avançada foi fazer um curativo à Clínica. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava a enfermeira perguntou-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.
Disse que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer. Enquanto lhe acabava de fazer o curativo, a enfermeira perguntei-lhe se ela não ficaria alarmada pelo facto de ele chegar mais tarde.
- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece?
Estranhando, perguntou -lhe:
- Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhas?
Ele sorriu e dando uma palmadinha na mão da enfermeira, disse:
- É. Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem quem é ela.
O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é..."
Por isso os cristãos são aqueles que testemunham diante do mundo, com palavras e com gestos, que o mundo novo que Deus quer oferecer aos homens, se constrói através do amor… mas do verdadeiro…
É esse o caminho que Jesus propõe aos seus discípulos (“é este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei”). É aqui que reside a “identidade” dos discípulos de Jesus… Os cristãos são aqueles que testemunham diante do mundo, com palavras e com gestos, que o mundo novo que Deus quer oferecer aos homens, se constrói através do amor.
Alguém contava que um homem de idade já bem avançada foi fazer um curativo à Clínica. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava a enfermeira perguntou-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.
Disse que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer. Enquanto lhe acabava de fazer o curativo, a enfermeira perguntei-lhe se ela não ficaria alarmada pelo facto de ele chegar mais tarde.
- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece?
Estranhando, perguntou -lhe:
- Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhas?
Ele sorriu e dando uma palmadinha na mão da enfermeira, disse:
- É. Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem quem é ela.
O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é..."
Por isso os cristãos são aqueles que testemunham diante do mundo, com palavras e com gestos, que o mundo novo que Deus quer oferecer aos homens, se constrói através do amor… mas do verdadeiro…
sexta-feira, 1 de maio de 2009
O Pastor Bom....

Todos nós temos as nossas figuras de referência, os nossos heróis: Dos cowboys lembro o Jonh Wayne, dos desenhos animados o Bell, o Tom Sawyer, Dartacão, os nossos Professores que nos marcaram, os nossos modelos desde o futebol ao cinema. É a uma figura desse tipo que, utilizando a imagem do Evangelho do 4º Domingo da Páscoa, poderíamos chamar o nosso “pastor”… É Ele que nos aponta caminhos, que nos dá segurança, que está ao nosso lado nos momentos de fragilidade, que condiciona as nossas opções, que é para nós uma espécie de modelo de vida. O Evangelho deste domingo diz-nos que, para o cristão, o “Pastor” por excelência é Cristo. É n’Ele que devemos confiar, é à volta d’Ele que nos devemos juntar, são as suas indicações e propostas que devemos seguir.
O nosso “Pastor” é, de facto, Cristo, ou temos outros “pastores” que nos arrastam e que são as referências fundamentais à volta das quais construímos a nossa existência? Quem condiciona a nossa maneira de ser? Agimos e pensamos segundo o que os outros dizem? O que é que nos conduz e condiciona as nossas opções: Jesus Cristo? As directrizes do chefe do departamento? A conta bancária? A voz da opinião pública? A perspectiva do presidente do partido? O comodismo e a instalação? O êxito e o triunfo profissional a qualquer custo? O herói mais giro da telenovela? O programa de maior audiência da Televisão?
O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-lo no caminho do amor e da entrega…porque ele conhece as ovelhas e elas conhecem-NO.
Hoje celebramos também o dia da mãe: ser mãe é tarefa nada fácil mas é também chamamento e missão, por isso hoje lembramos todas as mães e pedimos a Deus a Sua bênção.
Alguém contava que um garoto pobre, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que o embrulhe para presente.
- É para minha mãe - diz, com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da simplicidade daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo. Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, indeciso, ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja. Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar. Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão. O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental. Lembrou de sua própria mãe. Fora pobre e, muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe.
Quando conseguiu emprego, ela já havia falecido. O garoto, com aquele gesto, estava a deixar emocionado o dono da loja. Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso. Alguma coisa parecia estar errada. Por que o homem não embrulhava logo o sabonete? Impaciente, ele perguntou:
- Senhor, está a faltar alguma coisa?
- Não - respondeu o dono da loja - é que, de repente, lembrei-me de minha mãe, que morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
- Nem um sabonete?
O homem calou-se. Pensou um pouco e desistiu da ideia de melhorar o presente do garoto. Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês, sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo tão pequeno e simples a sua mãe? Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra, e pensara em melhorar o presente daquele garoto. Comovido, entendeu que, naquele dia, tinha recebido uma grande lição. Junto com o sabonete do menino, seguia algo mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes: o gesto de amor!
E tu já ofereceste algum sabonete à tua Mãe????
sábado, 25 de abril de 2009
Onde encontramos Cristo Ressuscitado???
O testemunho e a universalidade da Salvação são a bagagem e a tarefa dos que acreditam em Jesus Ressuscitado: “ no nome do Messias serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém “
É assim que os seguidores de Cristo darão continuidade ao projecto de vida que Ele nos trouxe, anunciando a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações…
Como Testemunhas Cristo ressuscitado?
Como anuncias Cristo ressuscitado?
Como vives Cristo ressuscitado?
Onde encontramos Cristo ressuscitado???
São respostas que cada um terá de dar…
Alguém contava que havia um pequenito que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, preparou a sua mochila com pastéis e Coca-Cola, e começou sua caminhada.
Depois de andar uns 3 quarteirões, encontrou um velhinho sentando num banco da praça que olhava os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia beber um gole de Coca-Cola, quando olhou para o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
O seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe a sua Coca-Cola. E mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz!
Ficaram sentados ali a sorrir, comendo os pasteis e bebendo Coca-Cola durante toda a tarde se sem falarem grande coisa um com o outro…
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de ir deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada na cara do pequenito: "O que fizeste hoje que te deixou tão feliz?"; Ele respondeu:"Passei a tarde com Deus" e acrescentou: "Sabes, mamã, ele tem o sorriso mais lindo que eu já vi."
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e o filho perguntou: "Ó velho, onde esteve toda a tarde para chegares tão feliz?"
Ele respondeu:"Comi pastéis e bebi Coca-Cola no parque com Deus".
Antes que o filho pudesse dizer algo ele disse: "Sabes que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"
Esta é a lição que cada um de nós precisa de descobrir…Cristo ressuscitado está na pessoa mais simples que eu encontro no meu dia-a-dia…no velhinho, no meu companheiro de trabalho, no meu vizinho rabugento…
Por isso é que nós somos testemunhas de todas estas coisas?
É assim que os seguidores de Cristo darão continuidade ao projecto de vida que Ele nos trouxe, anunciando a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações…
Como Testemunhas Cristo ressuscitado?
Como anuncias Cristo ressuscitado?
Como vives Cristo ressuscitado?
Onde encontramos Cristo ressuscitado???
São respostas que cada um terá de dar…
Alguém contava que havia um pequenito que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, preparou a sua mochila com pastéis e Coca-Cola, e começou sua caminhada.
Depois de andar uns 3 quarteirões, encontrou um velhinho sentando num banco da praça que olhava os pássaros.
O menino sentou-se junto dele, abriu sua mochila, e ia beber um gole de Coca-Cola, quando olhou para o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel. O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
O seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo, então ele ofereceu-lhe a sua Coca-Cola. E mais uma vez o velhinho sorriu ao menino. O menino estava muito feliz!
Ficaram sentados ali a sorrir, comendo os pasteis e bebendo Coca-Cola durante toda a tarde se sem falarem grande coisa um com o outro…
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de ir deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.
Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada na cara do pequenito: "O que fizeste hoje que te deixou tão feliz?"; Ele respondeu:"Passei a tarde com Deus" e acrescentou: "Sabes, mamã, ele tem o sorriso mais lindo que eu já vi."
Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e o filho perguntou: "Ó velho, onde esteve toda a tarde para chegares tão feliz?"
Ele respondeu:"Comi pastéis e bebi Coca-Cola no parque com Deus".
Antes que o filho pudesse dizer algo ele disse: "Sabes que ele é bem mais jovem do que eu pensava?"
Esta é a lição que cada um de nós precisa de descobrir…Cristo ressuscitado está na pessoa mais simples que eu encontro no meu dia-a-dia…no velhinho, no meu companheiro de trabalho, no meu vizinho rabugento…
Por isso é que nós somos testemunhas de todas estas coisas?
domingo, 12 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Sexta Feira-Santa....
Podemos perguntar: será que entendemos a dor de uma mãe que vê tudo o que fizeram ao seu Filho e mesmo injustamente o mataram…que sentirá uma Mãe que vê a multidão a matar o Filho…que sentirá uma Mãe que vê o Filho morrer na cruz…que sentirá uma Mãe…estava a Mãe dolorosa (como cantamos)…a Mãe da dor e da saudade…
É uma típica tarde de sexta-feira e está a regressar a sua casa. Sintoniza o rádio. As notícias falam de coisas sem importância. Numa cidade pequena e distante morreram 3 pessoas de uma gripe até então, totalmente desconhecida. Não prestas atenção ao acontecimento.
Na segunda-feira quando acordas, escutas que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foram investigar o caso.
Na terça-feira, já é a noticia mais importante, está na primeira página de todos os jornais, porque já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irão e Afeganistão. Chamam a doença de "La Influenza Misteriosa" e todos perguntam: “Que faremos para controlá-la?” Então, uma notícia surpreende toda a gente. A Europa fecha as suas fronteiras…depois os EUA e o Japão. Mas um doente aparece num hospital da França. Começa o pânico... o vírus espalha-se por todo o mundo. As informações dizem que quando se contrai o vírus, em quatro dias de sofrimento, morre-se! O mundo todo assiste sem nada poder fazer… milhares de pessoas a morrer.... As igrejas começam a encher de fervorosos…multiplicam-se as orações a pedir a descoberta da cura, enquanto os cientistas continuam a trabalhar na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.
De repente, vem a notícia esperada: Conseguiram decifrar o código de ADN do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. Corre por todo o mundo a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise do seu sangue e doá-lo para a fabricação do antídoto.
Tu vais voluntário com a tua família…todos perguntam, o que acontecerá? Será este o fim do mundo? De repente o médico grita um nome... o teu filho mais novo está ao teu lado, agarra na tua camisa e diz-te: “Pai? Esse é o meu nome!” E antes que possa pensar, levam o teu filho e gritas: “Esperem!” E eles respondem: “Está tudo bem! O sangue dele está limpo, é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.”
Depois de 5 longos minutos, saem os médicos a chorar e a rir ao mesmo tempo. O médico mais velho aproxima-se e diz: “Obrigado senhor! O sangue do seu filho é perfeito, está limpo e puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado. A notícia espalha-se por todos os lados. As pessoas rezam e riem de felicidade.
Entretanto o médico aproxima-se de ti, e da tua esposa e diz: “Podemos falar um minuto? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que os senhores assinem uma autorização para usarmos o sangue do vosso filho.”
Começas a ler e percebes que não dizem qual a quantidade de sangue que vão usar e perguntas: “Qual a quantidade de sangue que vão usar?” O sorriso do médico desaparece e ele responde: “Não pensávamos que fosse uma criança. Não estamos preparados, precisamos de todo sangue do seu filho!”
Não podes acreditar no que ouves e começas a contestar: “Mas… mas...” – O médico insiste: “O senhor não compreende? Estamos a falar de uma cura para toda humanidade!!! Por favor, assinem! Nós precisamos do sangue todo. Assinem. Por favor, assinem!”
Em silêncio, e sem sentires a caneta na tua mão, assinas.
Perguntam: “Quereis ver o vosso filho?” Caminhas na direcção da sala de emergência onde se encontra o teu filho amado, sentado na cama e diz: “Papá!? Mamã!? O que está a acontecer?” Seguras-lhe a mão e dizes: “Filho, tua mãe e eu amamos-te muito e jamais permitiríamos que te acontecesse algo que não fosse necessário, entendes?” O médico regressa e diz: “Sinto muito senhor, precisamos começar, o mundo inteiro está a morrer... pode sair?” Ao saíres, o teu filho pergunta: “Papá? Mamã? Porque me abandonam?”
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimónia para honrar o teu filho, algumas pessoas ficam em casa a dormir, outras não vêm porque preferem fazer um passeio ou ir ao futebol, ou ver televisão e outras vêm com um sorriso falso, como se realmente nem se importem, outras vêm mas só para ver como o pessoal vem vestido. Tens vontade de parar e gritar: “ O MEU FILHO MORREU POR VÓS!!! NÃO VOS IMPORTAIS COM ISSO? É ASSIM QUE AGRADECEIS?”
Se calhar agora posso perguntar: será que entendemos a dor de uma mãe que vê tudo o que fizeram ao seu Filho e mesmo injustamente o mataram…que sentirá uma Mãe que vê a multidão a matar o Filho…que sentirá uma Mãe que vê o Filho morrer na cruz…que sentirá uma Mãe…estava a Mãe dolorosa (como cantamos) …a Mãe da dor e da saudade…
Pensa: Podemos imaginar o coração de Maria???
Talvez isso é o que Maria nos diz agora: “ O MEU FILHO MORREU POR VÓS!!! NÃO SABEIS DAR VALOR?
E SE IMAGINARMOS MARIA A OLHAR O NOSSO COMPORTAMENTO QUANDO VAMOS HOMENAGEAR O FILHO (MISSA DOMINICAL)???
…Afinal com nós fazemos o mesmo…
É uma típica tarde de sexta-feira e está a regressar a sua casa. Sintoniza o rádio. As notícias falam de coisas sem importância. Numa cidade pequena e distante morreram 3 pessoas de uma gripe até então, totalmente desconhecida. Não prestas atenção ao acontecimento.
Na segunda-feira quando acordas, escutas que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do Controle de Doenças dos EUA foram investigar o caso.
Na terça-feira, já é a noticia mais importante, está na primeira página de todos os jornais, porque já não é só na Índia, mas também no Paquistão, Irão e Afeganistão. Chamam a doença de "La Influenza Misteriosa" e todos perguntam: “Que faremos para controlá-la?” Então, uma notícia surpreende toda a gente. A Europa fecha as suas fronteiras…depois os EUA e o Japão. Mas um doente aparece num hospital da França. Começa o pânico... o vírus espalha-se por todo o mundo. As informações dizem que quando se contrai o vírus, em quatro dias de sofrimento, morre-se! O mundo todo assiste sem nada poder fazer… milhares de pessoas a morrer.... As igrejas começam a encher de fervorosos…multiplicam-se as orações a pedir a descoberta da cura, enquanto os cientistas continuam a trabalhar na descoberta de um antídoto, mas nada funciona.
De repente, vem a notícia esperada: Conseguiram decifrar o código de ADN do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. Corre por todo o mundo a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise do seu sangue e doá-lo para a fabricação do antídoto.
Tu vais voluntário com a tua família…todos perguntam, o que acontecerá? Será este o fim do mundo? De repente o médico grita um nome... o teu filho mais novo está ao teu lado, agarra na tua camisa e diz-te: “Pai? Esse é o meu nome!” E antes que possa pensar, levam o teu filho e gritas: “Esperem!” E eles respondem: “Está tudo bem! O sangue dele está limpo, é sangue puro. Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.”
Depois de 5 longos minutos, saem os médicos a chorar e a rir ao mesmo tempo. O médico mais velho aproxima-se e diz: “Obrigado senhor! O sangue do seu filho é perfeito, está limpo e puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado. A notícia espalha-se por todos os lados. As pessoas rezam e riem de felicidade.
Entretanto o médico aproxima-se de ti, e da tua esposa e diz: “Podemos falar um minuto? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que os senhores assinem uma autorização para usarmos o sangue do vosso filho.”
Começas a ler e percebes que não dizem qual a quantidade de sangue que vão usar e perguntas: “Qual a quantidade de sangue que vão usar?” O sorriso do médico desaparece e ele responde: “Não pensávamos que fosse uma criança. Não estamos preparados, precisamos de todo sangue do seu filho!”
Não podes acreditar no que ouves e começas a contestar: “Mas… mas...” – O médico insiste: “O senhor não compreende? Estamos a falar de uma cura para toda humanidade!!! Por favor, assinem! Nós precisamos do sangue todo. Assinem. Por favor, assinem!”
Em silêncio, e sem sentires a caneta na tua mão, assinas.
Perguntam: “Quereis ver o vosso filho?” Caminhas na direcção da sala de emergência onde se encontra o teu filho amado, sentado na cama e diz: “Papá!? Mamã!? O que está a acontecer?” Seguras-lhe a mão e dizes: “Filho, tua mãe e eu amamos-te muito e jamais permitiríamos que te acontecesse algo que não fosse necessário, entendes?” O médico regressa e diz: “Sinto muito senhor, precisamos começar, o mundo inteiro está a morrer... pode sair?” Ao saíres, o teu filho pergunta: “Papá? Mamã? Porque me abandonam?”
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimónia para honrar o teu filho, algumas pessoas ficam em casa a dormir, outras não vêm porque preferem fazer um passeio ou ir ao futebol, ou ver televisão e outras vêm com um sorriso falso, como se realmente nem se importem, outras vêm mas só para ver como o pessoal vem vestido. Tens vontade de parar e gritar: “ O MEU FILHO MORREU POR VÓS!!! NÃO VOS IMPORTAIS COM ISSO? É ASSIM QUE AGRADECEIS?”
Se calhar agora posso perguntar: será que entendemos a dor de uma mãe que vê tudo o que fizeram ao seu Filho e mesmo injustamente o mataram…que sentirá uma Mãe que vê a multidão a matar o Filho…que sentirá uma Mãe que vê o Filho morrer na cruz…que sentirá uma Mãe…estava a Mãe dolorosa (como cantamos) …a Mãe da dor e da saudade…
Pensa: Podemos imaginar o coração de Maria???
Talvez isso é o que Maria nos diz agora: “ O MEU FILHO MORREU POR VÓS!!! NÃO SABEIS DAR VALOR?
E SE IMAGINARMOS MARIA A OLHAR O NOSSO COMPORTAMENTO QUANDO VAMOS HOMENAGEAR O FILHO (MISSA DOMINICAL)???
…Afinal com nós fazemos o mesmo…
domingo, 15 de março de 2009
Devora-me o zelo pela Tua casa...

Os homens do nosso tempo têm de ver no rosto dos cristãos o rosto bondoso e terno de Deus; têm de experimentar, nos gestos de partilha, de solidariedade, de serviço, de perdão dos cristãos, a vida nova de Deus; têm de encontrar, na preocupação dos cristãos com a justiça e com a paz, o anúncio desse mundo novo que Deus quer oferecer a todos os homens.
Por isso somos convidados a respeitar a casa do pai:
“ Devora-me o zelo pela tua casa”.
A casa do pai é casa de oração de encontro e não de negócio.
(O mestre mandou os discípulos rezar. No regresso um disse: “ Mestre enquanto rezávamos vi que estavam connosco Anjos vestidos de branco e escreviam num grande livro. Um escrevia com caneta dourada, outro com caneta prateada, outro com caneta preta, outro até escrevia com água e outro parado com a caneta no ar. O que significa.
O mestre explicou: “ É fácil. O anjo de caneta dourada significa que entre vós estava alguém a rezar muito bem, o de caneta prateada entre vós alguém rezava mais ou menos bem, o de caneta preta significa que alguém só rezava com a boca, o de caneta de água…O discípulo interrompeu o mestre:” Já sei o de caneta de água significava que o irmão António dormia, como costuma…” O mestre concluiu:” O de caneta no ar parado eras tu que em vez de rezar estavas a olhar para os outros.”
E se a mim, qual a caneta que me pertence?
À maneira de Jesus queiramos nós transformar o nosso templo em verdadeira casa do Pai. Onde rezamos e nos encontramos com Ele e com os outros.
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